Que é assim fácil fácil não se pode dizer. Viver isto é de uma intensidade tamanha. Não têm nome, não é claro, não é leve, não é passivo, não é fresco e principalmente é de uma exigência enorme. Estou claramente a falar de mim. Do que ouço cá de dentro, do que olho e não sei se vejo, do que sinto e não sinto. É enorme. Agradeço ter por perto gente que reconhece e me ajuda a compreender, que conversa, que chama nomes, que elucida no perceber que a confusão realmente existe. Que o que é difícil está por aqui, e não é certamente na cor nem na história e muito menos no mais pobre ou mais esquecido. Este foi um desabafo sem risco depois de um dia pleno de acções e revelações, e quando tiver oportunidade e algo mais concreto secreto, conto-vos tudo. Está aqui e eu a vivê-lo! Boa cena.
Amanha vou para o Sul, e devo lá ficar 4 ou cinco dias,… e se até hoje, na capital, consegui vir duas vezes à net,… digo-vos até sexta ou por ai.
E o suor constante continua, e os cafés e cervejinhas nos finais de tarde e nos sítios mais S. Tomenses, e as festas cheias de sorrisos nos bares, na praia, na rua... e as escapadelas para as praias mais longinho, e essas descobertas. e os cocos, e os táxi mota, e as boleias, e o todos os dias uma descoberta nova, e os carros de praça cheios de gente e sempre "puxar", e amanha, hoje porque afinal vim cá tentar por umas fotos, vamos sair de viagem rumo ao sul. Levo uma unica mochila pequena, a bicicleta e a máquina fotográfica. Vamos de transporte publico e com destino Jalé (praia, bangalow, tartarugas, e logo se vê). Xi a té já


































